sábado, 7 de março de 2015

Jovem acusado de matar e estripar ex-namorado é condenado a 22 anos em Muriaé

O jovem Sean Vinícius da Silva Rabelo, de 21 anos, foi condenado a 22 anos de prisão
Foto: Silvan Alves
O jovem Sean Vinícius da Silva Rabelo, de 21 anos, foi condenado a 22 anos de prisão na noite desta quinta-feira (5) em Muriaé por matar e estripar Jonathan Fonseca do Nascimento, de 18 anos na noite de 20 de abril de 2012 na Rua Itagiba de Oliveira, no bairro da Barra, em Muriaé. O crime ficou conhecido como "Crime da Rua Itagiba" e teve grande repercussão na época.

O julgamento durou cerca de 12 horas no Fórum Tabelião Pacheco de Medeiros, da Comarca de Muriaé, sendo conduzido pelo meritíssimo juiz Dr. Maurício José Machado Pirozzi e o juri, composto composto por 4 mulheres e 3 homens, considerou o jovem culpado de homicídio triplamente qualificado, com a pena de 21 anos de reclusão e ainda mais 1 ano, por vilipêndio de cadáver, pelo fato da vítima ter sido estripada. 

O advogado de defesa, Ricardo Rodrigues Couri, irá recorrer da decisão que passará por análise em segunda instância.

O jovem, já está preso desde abril de 2012 na penitenciária de Muriaé, para onde retornou e deverá aguardar por outro julgamento se for o caso.

O caso

O crime aconteceu na madrugada do dia 20 de abril
de 2012 - Foto: Silvan Alves
O crime aconteceu na madrugada do dia 20 de abril de 2012, entre as 3:30 às 4:30 horas e o corpo de Jonathan Fonseca do Nascimento, foi encontrado a noite por seu patrão que deu falta do mesmo e foi até sua residência. No local, ele encontrou Jonathan morto, com seus órgãos espalhados em vários pontos da casa, havia sangue por todos os cômodos, desde o banheiro até a sala.

No local, foi encontrado desenhos que poderiam
ser de rituais de magia negra.
Jonathan morava sozinho na Rua Itagiba de Oliveira, no bairro da Barra, era homossexual e recebeu em sua casa, Sean Vinicius Rabelo, de 18 anos com quem teria tido um relacionamento. 

Na época, houve muita especulação se poderia ter se tratado de um ritual macabro, pois a polícia havia encontrado em sua casa, vários papéis com desenhos de magia negra. O acusado porém, disse ao delegado, Dr. Marcelo Aguiar, que matou Jonathan porque ele teria abusado sexualmente dele e isto estava sendo motivo de chacota por parte de Jonathan o que estava atrapalhando em um relacionamento seu com outro rapaz.

Sobre porque ele retalhou o rosto, retirou os órgãos da vítima e espalhou pela casa, disse não se lembrar.

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