quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Crise no setor moveleiro faz Ubá ter 1007 demissões a mais que contratações até julho segundo CAGED

Devido a crise que o país tem enfrentado, seguindo o que acontece na maioria dos municípios brasileiros, Ubá teve um dos piores desempenhos com relação a geração de empregos segundo dados do o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho.

Foto: SINDMOV
No primeiro semestre de 2015, foram admitidos em Ubá 5668 pessoas contra 6374 demitidos ficando com o saldo negativo de 706 postos de trabalho. Se contabilizado até o mês de julho, a retração é ainda maior, chegando a 1007 vagas a menos no mercado.

A Indústria foi o setor que teve maior retração no município, com 2.569 admissões contra 3.303 demissões, apresentando saldo negativo de 734 postos de trabalho no primeiro semestre. Em julho a retração continuou com mais 168 postos a menos, chegando ao saldo negativo de 902 postos. Essa retração, se deve principalmente a crise que o setor moveleiro tem enfrentado, precisando demitir inúmeros funcionários mensalmente. Hoje, as empresas estão trabalhando com 80% da capacidade e queda nas vendas, mas há esperança de melhorias até o final do ano.

O setor de serviços, no entanto, foi o que mais gerou empregos no primeiro semestre no município, com 1.495 contratações contra 1.217 demissões, ficando com saldo positivo de 278.

Confira abaixo o quadro completo com os dados do primeiro semestre do CAGED:
(Clique na imagem para ampliar)



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