quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Encontro em Cataguases discute a implantação do Trem Turístico no município

Um encontro no município nesta quarta-feira, dia 11, reuniu lideranças políticas locais, regionais e sociedade civil com representantes do governo do Estado de Minas, no educandário Dom Silvério, para a constituição de um grupo de trabalho a fim de acompanhar o desenvolvimento do projeto turístico “Trem da Terra”, que pretende ligar sete município de Minas Gerais à cidade de Três Rios, no Rio de Janeiro.

Participam deste grupo de trabalho o prefeito de Cataguases, Cesinha Samor , um secretário municipal de cada município envolvido, um representante do Circuito Turístico Serras e Cachoeiras e as ONGs Amigos do Trem, Biciclotrem e Além dos Trilhos. 

A partir de sua formação, a proposta é encaminhar as demandas alavancadas pelo projeto social e turístico Trem da Terra ao governo federal e demais instituições necessárias para a efetivação do projeto.

O encontro vem dar sequencia ao acordo firmado pelo Secretário de Desenvolvimento e Gestão Institucional de Cataguases, Alex Carvalho no dia 9 de outubro, em Juiz de Fora, no escritório da Inventariança da Rede Ferroviária Federal, onde estiveram presentes representantes dos municípios de Leopoldina, Recreio, Volta Grande, Chiador, Sapucaia, Além Paraíba e Três Rios, além de representantes do governo de Minas, da ONG Amigos do Trem e Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), para discussão de um projeto de implantação de trem turístico entre Cataguases e o município fluminense de Três Rios.

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De acordo com o presidente da Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) Amigos do Trem, Paulo Henrique Nascimento em entrevista para o Jornal "O Dia", o Trem da Terra deverá circular entre as cidades de Sapucaia e Três Rios, no Centro Sul Fluminense, Cataguases, Recreio, Leopoldina, Chiador, Além Paraíba e Volta Grande, em Minas. Estudos apontam que por viagem serão transportados até 240 passageiros (60 em cada vagão). O passeio, deverá durar cinco horas, inicialmente só nos finais de semana e poderá custar entre R$ 40 e R$ 50 por pessoa. Negociações estão sendo realizadas com empresas no sentido de conseguir a recuperação por um preço menor, uma vez que através do projeto, a recuperação de cada vagão custará aproximadamente R$ 50 mil que se fosse feito a nível governamental, cada vagão reformado sairia entre R$ 800 mil e R$ 1 milhão, disse o presidente para o jornal.

Por Vera Lúcia Maciel / Jornal Cataguases
Fotos: Ari Bilig / Jornal Cataguases
Edição: Mídia Mineira

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