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sábado, 8 de julho de 2017

5º Festival Ver e Fazer Filmes – Edição Inverno 2017 volta a ser realizado em julho

Marcando sua presença no calendário anual de eventos na Região da Zona da Mata mineira, o 5º Festival Ver e Fazer Filmes – Edição Inverno 2017 volta a ser realizado em julho, do dia 21 a 29, em Cataguases.

Foto: Abertura do 4º Festival Ver e Fazer Filmes em
Cataguases / Arquivo Mídia Mineira
Na programação, mostra e premiação de filmes, workshops, oficinas, arenas de debate, shows musicais e participação de convidados especiais. Entre as novidades em 2017, destacam-se: uma homenagem especial ao cineasta Helvécio Ratton; o Programa Cine Escola Animada, com a formação de um júri infanto-juvenil com 500 estudantes da região; a Mostra ENERGISA, com a exibição de filmes patrocinados pela empresa no Polo Audiovisual da Zona da Mata mineira e em outras regiões do país; a exibição e premiação dos curtas metragens produzidos por jovens realizadores locais no âmbito do Projeto Usina Criativa de Cinema.

“Este Festival tem características singulares que possibilitam a formação de público para o cinema nacional, ao mesmo tempo em que promove novos talentos da nossa região, muitos deles com seus primeiros filmes. Por um lado, é um momento especial onde podemos mostrar todo o nosso investimento feito nos filmes nacionais que estamos atraindo para serem realizados em nossas cidades. Por outro, é uma grande alegria ver que o Festival já promoveu desde sua primeira edição, um total de 23 filmes de curtas metragens, promovendo jovens cineastas e produtores da nossa região”. Destaca Monica Botelho, presidente da Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho e da Agência de Desenvolvimento do Polo Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais.

HOMENAGEM ESPECIAL

O homenageado especial nessa edição é o diretor, roteirista e produtor mineiro Helvécio Ratton, reconhecido como um dos maiores nomes do cinema nacional, autor de grandes sucessos como “Batismo de Sangue”, “Menino Maluquinho”, “A Dança dos Bonecos”, “Amor & Companhia”, “Em nome da Razão”, entre outros.

Engajado politicamente, o cineasta marca sua carreira como militante dos direitos humanos, com o longa “Em nome da Razão” (1979), uma denúncia sobre os horrores cometidos contra os internos do Hospital Colônia, em Barbacena, e em 2006, lança “Batismo de Sangue” (2007), uma adaptação do livro de Frei Beto sobre o frade dominicano Tito, preso e torturado pela ditadura militar. Ratton destaca-se também pela sensibilidade e inteligência de seus filmes voltados para o público infantil, como “Menino Maluquinho”, “Pequenas Histórias”, e seu mais recente sucesso com “Segredo dos Diamantes”.

No FESTIVAL, nos dias 21, 22 e 23, serão exibidos cinco filmes de Helvécio Ratton com presença do homenageado em algumas sessões.

VER FILMES

O destaque é o programa CINE ESCOLA ANIMADA com a participação de 500 estudantes, dentre crianças e jovens, na formação de um Júri Popular para eleger o melhor filme da Mostra Infanto-juvenil.

Os estudantes integram o Projeto Escola Animada – Rede Cineclube, das cidades de Cataguases, Muriaé, Leopoldina, Visconde de Rio Branco, Mirai, Itamarati de Minas, Descoberto, Volta Grande, Ervália, Além Paraíba e Juiz de Fora. Pela manhã, a programação dos filmes é dirigida ao público infantil, de 6 a 13 anos. À tarde, as exibições trarão temas de interesse do público jovem, de 14 a 18 anos.

A Mostra Infanto-juvenil do programa CINE ESCOLA ANIMADA acontecerá nos dias 25, 26 e 27, com a exibição de filmes nacionais selecionados pelo cineasta Marcos Pimentel, diretor de Formação do Polo Audiovisual da Zona da Mata.

“Para essa seleção, busquei filmes que abordem questões atuais, que tenham ressonância com o público infanto-juvenil e possam gerar debates. São longas e curtas de ficção, animação e documentários que tiveram excelente repercussão em mostras e festivais recentes. Nossa intenção é despertar o gosto pelo cinema, mas também estimular o hábito do diálogo e da reflexão”, diz Marcos Pimentel.

FAZER FILMES

Desde 2016, o Festival é o palco privilegiado para exibição dos filmes produzidos por jovens realizadores da Região, selecionados por meio do Edital Usina Criativa de Cinema. Pela chamada criativa, os projetos de curtas-metragens recebem recursos financeiros, consultorias e tutoria especializada para sua produção. O resultado desse trabalho, que envolveu cerca de 120 profissionais locais, poderá ser visto no dia 29, no evento especial de encerramento do Festival, quando será realizada exibição dos curtas e premiação em várias categorias.

Os concorrentes são: “Palace, o contador de histórias”, de Aline Souza Gabriel – Ubá; “Lençol de inverno”, de Bruno Pereira Rubim – Descoberto; “Vinis e peixes”, de Tiago Viana dos Santos e Rafael Ski Fernandes – Cataguases; “Minha mãe se chamava Tereza”, de Cecília Pereira Siqueira e Mariana Medeiros - Cataguases.

No evento, serão exibidos ainda os três curtas produzidos pelo diretor e produtor Cavi Borges, do Rio de Janeiro, que participou do projeto como Diretor Convidado. Com uma equipe formada por profissionais cariocas e da Zona da Mata, Cavi Borges produziu os curtas: “Depois da Chuva”, “A Nova a Fiar”, “Cinema é Cachoeira”.

O FESTIVAL VER E FAZER FILMES é uma iniciativa da Agência de Desenvolvimento do Polo Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais, em parceria com o Instituto Cidade de Cataguases, Instituto Fábrica do Futuro, Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho e Secretaria Municipal de Cultura – Prefeitura de Cataguases, com o patrocínio da ENERGISA através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura e recursos do Edital Prêmio Exibe Minas da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais.

A programação completa será divulgada em breve.

Assessoria de Comunicação do Polo Audiovisual 

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