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terça-feira, 15 de maio de 2018

MPF/MG denuncia mais sete pessoas por fraudes em obras do HU/UFJF

Mais sete pessoas ligadas a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), serão investigadas na "Operação Editor" em uma nova fase deflagrada pelo Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF) em Juiz de Fora (MG). A denuncia contra os novos nomes foram aceitas pelo juiz federal Bruno Souza Savino, nesta segunda-feira (14). A operação visa investigar irregularidades na obra de ampliação do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora (HU/UFJF), cujo preço veio a saltar de cerca de R$ 149 milhões para mais de R$ 244 milhões. Os números foram levantados em auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Foto: Reprodução Internet
Em fevereiro deste ano, a operação cumpriu mandados de prisão preventiva contra ex-gestores da UFJF e empresários vinculados à empresa Tratenge Engenharia Ltda, mandados de busca e apreensão e mandado de suspensão do exercício de função pública, além do sequestro de bens dos envolvidos. Todas as medidas foram decretadas pela 3ª Vara Federal de Juiz de Fora.

Além da prática de sobrepreço, a auditoria chamou a atenção para a presença de restrições ao caráter competitivo do certame, consistentes na proibição à participação de consórcios e na exigência de comprovação de capacidade técnica para a execução de serviços sem maior relevância no contexto geral da obra, em afronta, aliás, a advertência que o próprio TCU fizera à UFJF alguns meses antes.

A denuncia desta segunda fase, incluiu cinco servidores da Universidade além de um advogado e um empresário da construção civil.

Com informações do MPF.

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