segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Idosos e pessoas com deficiência que ainda não se cadastraram para receber o BPC podem ter o benefício cortado

30% ainda não se cadastraram em Minas Gerais. Prazo vai até dezembro, sob risco de ter pagamento cortado

Omar Freire/Imprensa MG
Em Minas Gerais, 454.494 pessoas recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC), sendo 191.526 idosos e 262.968 pessoas com deficiência.  Desse total, 134.399 (30%) ainda precisam ser incluídas no CadÚnico para evitar a suspensão do benefício a partir de janeiro de 2019.

Com esse resultado, Minas sai na frente em relação aos outros estados da região Sudeste e é o segundo lugar no ranking nacional de acordo com a última base disponibilizada pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) no mês de setembro. Atualmente, Mato Grosso do Sul é o estado com o maior número de cadastrados.

A média de cadastramento em Minas é superior à média nacional, muito em função de todos os esforços que os municípios mineiros vêm fazendo para garantir que nenhum beneficiário do BPC perca o seu direito.

As pessoas que não se cadastrarem até dezembro deste ano terão o benefício cortado. Já as que ainda não são beneficiárias, mas se enquadram no perfil para receber o BPC - idosos com 65 ou mais, com renda familiar per capita de até um quarto do salário mínimo ou pessoas com algum tipo de deficiência - também devem fazer o cadastro para receber o benefício, garantido pela Constituição Federal e regulamentado pela Lei Orgânica de Assistência Social (Loas).

Cataguases

Em Cataguases os beneficiários que ainda não realizaram a inscrição no Cadastro Único (Cadúnico) devem procurar o setor Bolsa Família ou o CRAS da sua região e apresentar a documentação de todas as pessoas que moram em sua residência. Caso o beneficiário tenha alguma dificuldade de deslocamento, a inscrição pode ser feita pelo responsável familiar. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3429-2566.

CadÚnico

O Cadastro Único é uma ferramenta de gestão que possibilita a identificação e caracterização socioeconômica das famílias e, ou, indivíduos pobres e extremamente pobres, e que pode ser utilizado como parâmetro para a formulação de diversas políticas públicas e sociais, sendo, portanto, um importante instrumento de articulação da rede de proteção social, como também para as ações intersetoriais.

Com informações da Agência Minas

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